Os cabeças


Edson. Paulistano. Pensador. Tem filhos, mas nunca escreveu um livro, nem plantou uma árvore. Sabe como é... fazer filho é mais fácil.

Bruna. Mineira, uai! Extremamente detalhista. Que adora exercícios aeróbicos, principalmente se for para assistir pela televisão, deitada no sofá e comendo pão de queijo.



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O que é isto?




Bush vai...Bush vem...


Hoje o Presidente George W. Bush chegou ao País e o que se viu durante o dia foi uma sucessão de manifestações contra a visita dele ao País. Depois de assistir aos telejornais e ler diversas notícias durante o decorrer do dia na internet, parei para tentar entender o que esse pessoal pretende com essa série de manifestações.

Os ambientalistas defendem a sua causa e esquecem que no nosso País cometem-se crimes ambientais gigantescos e o pior é que o Bush não tem nada a ver com isso!

Os estudantes protestam contra a permanencia dos soldados no Iraque - o engraçado é que boa parte nem sabe onde fica o Iraque! Será que sabem qual é a capital do Iraque?

Os "Pseudo-comunistas-socialistas" protestam contra a influenciam dos EUA sobre a nossa economia e ficaram horrorizados com a limpeza nas ruas e a pintura das calçadas - eles acham que o Bush deveria ver a realidade, tudo sujo e mal tratado, pois essa é a realidade do dia-a-dia! - será que eles esqueceram que esse cara pode trazer investimentos para o País? basta que ele enxergue um País tentando se organizar e principalmente com potencial de crescimento.


O que mais irrita é que os diversos grupos que fizeram suas mais diversas manifestações se quer sabem a importancia de uma visita dessas.A maioria não sabe que o Brasil precisa de investimentos para crescer, que o País necessita atrair novos investimentos para criar novos empregos para melhorar a cultura, para se desenvolver! Até quando essas pessoas continuarão a viver um mundo ilusório, acreditando que o Brasil não precisa de mais ninguem, que o País é auto-suficiente?

Isso não é manifestação, isso é hipocrisia, é querer aparecer para a mídia e utilizar-se de um monento desses. Mas infelizmente isso é igual em todo mundo, infelizmente os grupos "menos" informados e mais influenciaveis agem da mesma maneira.

Não sou fã do Senhor George W. Bush e nem pretendo ser, porém entendo que uma visita dessas é de suma importancia para um País que necessita atrair novos investimentos, que precisa de criar mais empregos, que precisa melhorar a qualidade de vida das pessoas.

Será que o exemplo de Cuba já não bastou para entendermos o que presta e o que não presta?

Depois de ver tantas imagens chego a seguinte conclusão:

Lugar de aluno é na escola (primeiro precisam entender o que é política, o que é comercio, o que é investimento e o que é risco Brasil...etc)

Lugar de ambientalistas é lutando por uma causa nobre (mas poderiam promover protestos mais civilizados e menos violentos afinal de contas violência não combina com a causa que eles defendem)

"Pseudo-comunistas-socialistas" (ninguem vive de Brisa, vamos trabalhar um pouquinho?)

Ô falta do que fazer desse povo viu!

 

Escrito por Edson

 

Ouvindo Titãs - Marvin


Postado em 08/03/2007 às 22h07
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Quem tem medo de 2007? (Versão 2)


Por Luiz Marins

Terá medo quem não entender que 2007 passará tão rápido quanto 2006. Os dias vão parecer ter 12 horas . As semanas, 4 dias, e os meses, 19 dias. Não me pergunte a razão. Só sei que a sensação será de que o Carnaval e o Natal serão separados por apenas 40 dias. Logo chegará dezembro.

Terá medo de 2007 quem não fizer uma excelente gestão do tempo, não for capaz de filtrar informações e trabalhar apenas com o essencial e saber que o importante é descartar as coisas acidentais que nos roubam tempo.

Terá medo quem não assumir que a competição será mais acirrada. Teremos cada vez mais competidores, com qualidade semelhante a nossa e preços similares aos que conseguimos praticar. As margens serão ainda mais estreitas.

Terá medo quem não entender que para vencer em 2007 só podemos ter conosco os melhores. Não há mais lugar para os "mais ou menos". Terá medo quem não compreender que gente excelente não se encontra no mercado, tem de ser formada e desenvolvida dentro da empresa.

Terá medo quem não acreditar que o Brasil - juntamente com a China, Índia e Rússia - estará na mira dos investidores internacionais. E isso não acontecerá de graça. Se quisermos competir globalmente teremos enormes exigências de qualidade, produtividade e visão global.

Esses terão medo deste novo ano. 2007 será bom para os mesmos. Os mesmos que venceram em 2004, 2005 e 2006. Ou seja, aqueles que já acordaram para a realidade de que o mundo, o mercado e o cliente mudaram e empreenderam as necessárias mudanças que os fizeram vencedores.

Enfim, 2007 será bom para os que investirem em ciência e tecnologia, pesquisa e desenvolvimento, adotarem uma rígida política de caixa, cuidarem seriamente da formação e do desenvolvimento de pessoas e que entenderem que o tempo de vencer sem qualidade, sem produtividade, sem competência, sem custos baixos, sem honestidade e sem ética realmente acabou.


Postado em 07/03/2007 às 17h29
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Quem tem medo de 2007? (Versão 1)


Por Luiz Marins

Todos os indicadores econômicos são favoráveis para o ano de 2007. E os dados da economia apontam para um ano com crescimento. Crescem as exportações e as importações. O nível de emprego parou de cair. A produção industrial tem crescido. Até a poupança interna mostra sinais de melhora.

Os indicadores sociais não são tão favoráveis, mas vêm melhorando. A velocidade não é a que desejamos, mas, de qualquer forma, não estamos indo para trás. O mundo todo está falando, estudando e procurando conhecer melhor os chamados “BRIC” countries – Brasil, Rússia, Índia e China. Em qualquer universidade estrangeira que se estude ou lecione, só se ouve falar nos BRIC.

E, quem tiver uma visão desapaixonada e crítica, e não for na onda só dos especuladores financeiros, vai chegar à mesma conclusão que vários estudiosos estão chegando e que nós vimos dizendo já há alguns anos. A China tem tido um crescimento espetacular. Mas é preciso considerar que a base sobre a qual esse crescimento é medido era muito baixa e pobre. Além disso é preciso considerar os aspectos jurídicos, políticos, de idioma, de corrupção, antes de pensar em montar uma atividade produtiva ou uma planta, como estrangeiro, na China.

A Índia é mais fácil. Mas vamos nos lembrar que há mais de 1.200 dialetos na índia e um sistema de castas bastante complicado para ser compreendido pelos ocidentais. Assim, montar uma indústria na Índia é uma tarefa hercúlea. Há áreas (clusters) de grande desenvolvimento como Bangalore no ramo da tecnologia. Mas elas funcionam muito mais como empresas locais fornecendo produtos e serviços para empresas ocidentais.

A Rússia é complicada o bastante para nem sequer se pensar seriamente em investir naquele país como base produtiva, nos próximos dez anos.

O Brasil é um país ocidental, com sistema jurídico conhecido com base no direito romano. Os costumes, o idioma, o modo de viver é bastante semelhante ao dos grandes países investidores – Estados Unidos e países europeus. A mão-de-obra brasileira, quando treinada, tem mostrado ser capaz de altos índices de produtividade, comparáveis aos do primeiro mundo. O mercado interno é muito atrativo. Somos um dos maiores mercados do mundo e o nono país do mundo em poder de paridade de compra – purchasing power parity – que é realmente o que interessa no mundo empresarial. Até geograficamente somos privilegiados. Com tudo isso, sem dúvida, o Brasil irá se consolidar como uma das mais importantes plataformas exportadoras do século XXI. Montar uma fábrica no Brasil é mais fácil e seguro, mesmo com o chamado “custo Brasil” e com os problemas que temos em nosso sistema portuário.

Assim, terá medo de 2007, o empresário que não acreditar em nossas possibilidades e ficar esperando para ver o que acontece. Terá medo de 2007 o profissional que não se especializar para tornar-se a cada dia mais excelente no que faz. Tem medo de 2007 o estudante que não estudar e ainda acredita que poderá “empurrar com a barriga” o seu curso e que seu diploma resolverá todos os problemas de emprego. Tem medo de 2007 aquele empresário que não compreender que qualidade, produtividade, extrema preocupação com custos, política de caixa, simplicidade e gente excelente são hoje os fundamentos do sucesso.

Terão medo de 2007 os medrosos, os acomodados, os que vivem procurando culpados para o seu fracasso. Terão medo de 2007 os que vêm todas as vantagens e aspectos positivos de outros países e só enxergam as mazelas e as negatividades do Brasil. Enfim, os mesmos de sempre....


Postado em às 17h28
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Dúvida.


Estamos sujeitos a passar por tudo, viver os dois lados da moeda.
Uma hora somos as vítimas, logo em seguida, os bandidos.
É muito bom poder julgar as atitudes dos outros, da mesma forma que é péssimo ser julgado.
Especialmente se quem está julgando não viveu a situação, não está dentro de você, na sua pele.
Por que, então, continuamos a julgar?


Escrito por Bruna
Ouvindo "O Girassol" - Ira!

Postado em 06/03/2007 às 17h52
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O beijo


Demorou pra ligar, hein?
É? Quando você chegou?
Ontem.
E como foi lá, a noite?
Deu tudo certo.
Conheceu alguém?
Não, não vim com este objetivo.
Que bom. Vai encontrar com o pessoal hoje?
Sim, e você vai poder ir?
Sim, te pego ai as sete.
Não precisa, é fora de mão pra você.
Não precisa mesmo, mas eu quero.
Mas marcamos lá as oito, não foi?
Sim. Mas podemos chegar mais cedo e pegar um lugar legal.
Certo, as sete então. Obrigada.
Agradeça mais tarde.
Besta.
Tchau.

Faz quanto tempo mesmo que a gente não se vê?
(abraço)
Sozinhos?
(sorriso)
Não, que a gente não se vê, ô.
Ah! Pouco tempo.
Me espera 5 minutos?
Sim.
Certo. Então agora me solta.
Não dá.
Engraçadinho. Tenho que calçar a sandália e...
...
Ei. Mas.
...
Somos amigos.
Somos?
Não é certo.
Desde quando?
Desde sempre. E ela é apaixonada por você.
Para de falar.
Ela é minha amiga.
Shhhhhh.
...
Eu não tenho nada com ela.
Mas você teve.
Tive. Acabou. Passado.
As pessoas estão me esperando.
Eu sei. Shhhh.
...
...
Isso não está certo.
Está sim. Para de falar, droga!
Mas...



Escrito por Bruna
Ouvindo "I don't want to miss a thing" - Aerosmith.

* qualquer semelhança é mera coincidência...

Postado em 05/03/2007 às 18h02
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Direitos Desumanos!


Quanto tempo será que vai demorar até que um imbecil de um Padre ou um idiota  integrante dos “malditos Direitos Humanos” apareça para pedir garantias de vida para os FDP que arrastaram o menino pelas ruas do Rio de Janeiro. Pena de morte é pouco para esse vagabundos.

 

 

Escrito por Edson - Depois de uma longa temporada sem escrever.

 


Ouvindo: Back in Black - AC DC

 

 

 

 

 

 


Postado em 11/02/2007 às 19h50
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Greve


Estou de greve! Meu companheiro de blog não quer mais postar e eu não quero mais ficar preenchendo vazio.
Daqui 3 dias também eu entro de férias e só volto no fim de fevereiro... se eu voltar! risos...
Um forte abraço aos meus visitantes-novos-conhecidos!
Um forte abraço aos meus amigos!
Bruna


Postado em 31/01/2007 às 12h36
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Ontem assisti ao filme "Perfume - História de um Assassino", baseado no livro de Patrick Süskind, que retrata a história de um homem que busca a fórmula de um perfume ideal, num mundo descrito por odores.

Excelente roteiro, mas acredito que não é um filme de gosto universal por ser extremamente filosófico.
Eu gostei.

Minha mãe, que não é cinéfila, mas que sempre me acompanha com gosto, disse que nunca viu um filme assim. Quando eu perguntei "assim como?" ela não soube explicar. Entretanto, eu acho que a entendi.

É que a gente assiste ao filme com os olhos do assassino, ou seja, tendo a visão que ele tem das coisas, dos odores. E olhando com os olhos dele não sentimos nada pelas vítimas. Não ficamos comovidos com as mortes, e sequer pensamos se elas sofreram ou não. Elas simplesmente tinham que morrer pelo objetivo proposto.

Acredito que foi isso que minha mãe quis dizer com o "nunca vi um filme assim". Nenhum filme fez ela ser solidária ao assassino, nenhum fez ela entender o motivo que levou ele a cometer os crimes, nenhum fez ela querer que ele fosse absolvido no final. Este filme mostrou pra ela (e pra mim também) como funciona a mente de um psicopata (deste psicopata pelo menos).

Deixo abaixo um pequeno trecho do livro, para apreciação dos que não conhecem.

"O que acontecerá?", pensou, "se essa fragância que vou possuir... desaparecer? Não como lembrança, onde todos os aromas são eternos. A fragância real evanesce no mundo. É volátil. E quando se gastar, não existirá mais o manancial onde a capturei. E eu estarei nu como antes, tendo de conformar-me com os meus sucedâneos. Não, será pior do que antes! pois nesse ínterim terei conhecido e possuído a minha própria e maravilhosa fragância, e não poderei esquecê-la, pois jamais esqueço um aroma. E, por toda vida me consumirá sua lembrança, como me consome agora, neste momento, a idéia de que hei de possuí-la... Para que dela necessito, então?"


Escrito por Bruna


Postado em 25/01/2007 às 10h44
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3 frases


Como diria o Bruno Motta, existem 3 frases que fazem muito sentido:

Não há melhor tempero que a fome.
Não há melhor remédio que o tempo.
Não há melhor destino que o fim.

E é verdade.


Escrito por Bruna


Postado em 24/01/2007 às 18h08
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Eu também estou cansada...


Li o texto abaixo no blog da Liliane Prata (http://liliprata.blog.uol.com.br/) e fiquei pensando nele por alguns minutos. Acredito que eu esteja sentindo exatamente isso. Belíssimo texto, Lili!

“Olho para as árvores sob as quais caminho devagar; observo algum ponto que não existe mas que talvez existisse se eu não estivesse como estou. Por mais que eu tente reconstruir a minha história, os dados se perdem em alguns momentos e minha mente se afunda em um imenso vazio. A maioria das pessoas não consegue imaginar o nada, e as que conseguem levam um longo tempo para alcançá-lo. Eu acho tão fácil imaginar o nada e fazê-lo me deixa mais satisfeito do que imaginar qualquer outra coisa. Quando me lembrar dos fatos se torna  ainda mais doloroso do que tentar esquecê-los, mesmo porque se trata de uma tentativa inútil, mergulho mais uma vez na imensidão e no alívio do meu nada. (...)

Das lembranças, não confio nem desconfio: apenas sei que estão lá, em seu processo de corrosão. Das pessoas, desconfio. Por isso não posso procurar melhor companhia. Em mim, eu confio – até porque sei que não posso confiar em mais ninguém. Eu sei que eu não me traio ou trairia, e gostaria de ter aprendido isso mais cedo. Mas não havia como, porque só me mostraram o contrário, apesar de ele ser uma mentira.

Se me perguntarem exatamente como eu vim parar aqui, talvez eu engasgue ou mude de assunto. Mas depois vou suspirar, olhar para cima e me quietar. É sempre assim: primeiro eu me altero, depois me torno apático – e essa mudança tem-se dado cada vez mais rapidamente. Às vezes não consigo discernir o que eu fiz daquilo que me fizeram, porque o sofrimento faz com que as lembranças se misturem. Mas eu sempre acabo recuperando minha consciência e reafirmando uma de minhas poucas certezas: não foi culpa minha.

O fato é que agora estou aqui, e isso não mudará – por mais que eu queira, por mais que eu grite e... me deite, tape meus ouvidos, feche meus olhos e volte para o conforto do meu nada. Não posso começar minha vida novamente e, pensando bem, talvez nem quisesse. Estou cansado demais para tentar ir em frente, quanto mais para voltar. Agora, tudo está feito – seja lá o que isso signifique.”


"Postado" por Bruna
Ouvindo: "The District Sleeps Alone Toni" de The Postal Service


Postado em 22/01/2007 às 11h16
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